Fracasso ou sucesso: o exemplo de Thomas Edison

Fracasso ou sucesso

Um repórter perguntou a Thomas Edison como ele se sentia por ter falhado 25 mil vezes na sua tentativa de criar uma simples bateria. Ele respondeu: "Não sei por que você acha que foi um fracasso. Hoje eu conheço 25 mil maneiras de como não fazer uma bateria. E você, o que sabe?”.

Fracasso e sucesso dependem do ponto de vista. Thomas Edison foi provavelmente o maior inventor norte-americano. Quando foi para a escola na cidade de Port Huron, em Michigan, os professores reclamaram que ele era "lerdo" e indisciplinado. Dada a situação, sua mãe decidiu retirá-lo da escola e educá-lo em casa.
O jovem era fascinado por ciência. Aos 10 anos de idade já tinha montado o seu primeiro laboratório de química.
A energia inesgotável de Thomas Edison, bem como o seu gênio (que segundo ele era "1 por cento inspiração e 99 por cento perspiração") o levaram a mais de 1300 invenções. A invenção da lâmpada incandescente lhe custou 2 mil tentativas.
Ao ouvir a pergunta de um jovem sobre como se sentia por ter falhado tanto, ele respondeu: "Eu não falhei nem uma vez. Inventei a lâmpada incandescente, só que foi um processo com 2 mil etapas."
O laboratório de Thomas Edison foi destruído por um incêndio em dezembro de 1914. Apesar do prejuízo passar de 2 milhões de dólares, o seguro dos prédios era de apenas 238 mil dólares, já que eram de concreto e, sendo assim, considerados à prova de fogo. Naquela noite, grande parte do trabalho de uma vida inteira virou fumaça. Com o incêndio no auge, Charles, seu filho de 24 anos de idade, procurava desesperadamente o pai por entre a fumaça e todo o entulho. Finalmente o encontrou: observando o espetáculo, à luz do fogo e com os cabelos brancos esvoaçando ao vento. "Eu senti a maior dó", disse Charles. "Ele tinha 67 anos de idade, não era mais jovem, e estava perdendo tudo. Mas ao me ver gritou: 'Charles, cadê a sua mãe?' Quando lhe disse que não sabia, ele me mandou procurá-la. 'Traga-a aqui, porque ela nunca vai ver algo assim em toda a sua vida'. No dia seguinte, contemplando as ruínas, o inventor declarou: "Uma catástrofe é algo muito valioso. Todos os nossos erros viraram fumaça. Graças a Deus podemos começar tudo de novo." Três semanas após o incêndio, Thomas Edison conseguiu apresentar o seu primeiro fonógrafo. Wendell Phillips escreveu: “A derrota nada mais é do que o primeiro passo para algo melhor”. Deus tem um desígnio em tudo, mesmo que seja apenas para levar você a exercitar sua fé e demonstrá-la de forma a encorajar e motivar outros também a confiar n’Ele. Lembre-se: o melhor está por vir.

Reflita e tente novamente!!

Pr. Arnaldo de Oliveira

Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

CNEPVE – COMITÊ NACIONAL EVANGÉLICO PRÓ-VIDA E PRÓ-ÉTICA

CNEPVE – COMITÊ NACIONAL EVANGÉLICO PRÓ-VIDA E PRÓ-ÉTICA

Ata de Constituição

Aos 29 de outubro às 18:30h. no Restaurante Real Astoria, Av. Repórter Nestor Moreira, 11 Botafogo / RJ, deu-se início ao Jantar para formação do COMITÊ NACIONAL EVANGÉLICO PRÓ – VIDA E PRÓ – ÉTICA , onde se fez presente várias Lideranças Evangélicas do Estado do Rio de Janeiro, às 19.45h. o bispo Jessé Maurício deu uma palavra de boas vindas, e anunciou aos presentes o motivo do encontro no jantar, convidou o pastor Nilson do Amaral Fanini para fazer uma oração e logo foi exibido um vídeo de apresentação, após o que foi convidado o Rev. Isaias de Sousa Maciel, que usou da palavra falando da importância da criação do COMITÊ NACIONAL EVANGÉLICO PRÓ-VIDA E PRÓ – ÉTICA, ensejando propôs uma diretoria para o COMITÊ, apresentando os seguintes ministros: para Presidente: Rev. Guilhermino Cunha, 1º Vice-Presidente: Bp. Jessé Maurício Lobato Ferreira, 2º Vice-Presidente:Pr. Abner Ferreira 3º Vice-Presidente: Pr. Sócrates Oliveira de Souza, 1º Secretário: Pr. Arnaldo de Oliveira Filho, 2º Secretário: Bp. Juvenil Nepomuceno Felix, Tesoureiro: Bp. Francisco Almeida, Presidente de Honra: Rev. Isaias de Sousa Maciel. Foi solicitada a aprovação por parte dos presentes, o que foi aprovado por unanimidade, em seguida foi passado a palavra ao presidente eleito Rev. Guilhermino Cunha, que manifestou sua prontidão na participação do COMITÊ, e também sua preocupação com os Projetos de Leis 122/2006 e 6.418/2005 que tramitam no Senado Federal, referindo-se aos mesmos, reconhece que o COMITÊ ora constituído bem como sua diretoria, vai encontrar em sua trajetória grandes dificuldades, mas que pelo Reino de Deus e pela liberdade da pregação da Palavra da verdade, está pronto à sofrer, quaisquer que seja a penalidade, o presidente convidou os demais membros da diretoria do COMITÊ a vir a frente para apresentação oficial e oração consagratória, o Pr. Abner Ferreira Presidente das Assembléia de Deus Ministério de Madureira solicitou a palavra, o que fez manifestando seu apoio e confirmando com o propósito que já vem realizando, contra a aprovação do PLC 122/2006 e PLC 6.418/2005 se colocando a inteira disposição do COMITÊ para lutar junto em defesa da liberdade de expressão e pregação da verdade do evangelho, foi solicitada uma palavra da Drª. Rosangela Alves, que também agradeceu a iniciativa dos Líderes Evangélicos pela criação do COMITÊ NACIONAL EVANGÉLICO, e como participante do COMITÊ ela se colocou a disposição do mesmo, em seguida o presidente apresentou os Advogados que como voluntários fazem parte do COMITÊ, prestando consultoria de soluções jurídicas, o Dr. Gilberto Garcia e o Dr. Robson Fontes, para o encerramento da reunião e consagração do COMITÊ e sua Diretoria, foi convidado o presidente de honra Rev. Isaias de Sousa Maciel, que fez a oração consagratória, de contínuo o presidente da CONAMEP, bispo Jessé Maurício, através do bispo Juvenil Felix, convidou todos os membros do comitê, para comparecerem à reunião da CONAMEP, marcada para o dia 26/11/07, no templo da ADMAF, o que foi ratificado pelo presidente Rev. Guilhermino Cunha e o bispo Jessé Maurício impetrou a benção apostólica. Não havendo mais nada a tratar, foi lavrada esta ata, que vai assinada pela diretoria.




Rio de janeiro, 29 de Outubro de 2007.

Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

Palavra de Vida


Igreja que Frutifica


A igreja foi estabelecida a fim de cumprir a grande comissão de fazer discípulos. Ela é agora encabeçada por Jesus Cristo que nos mostra como evangelizar, ensinar e aconselhar, quem, pela sua vida e instrução, nos indicou os aspectos tanto práticos como teórico do cristianismo e que resumiu seus ensinamentos em duas leis: amar a Deus e amar ao próximo, como a si mesmo.


O apóstolo Paulo, escreveu: “Ora, nós que somos fortes, devemos suportar as debilidades dos fracos, e não agradar-nos a nós mesmos” (Rm.15.1.).

Podemos observar que Paulo aqui, estabelece dois grupos de pessoas numa mesma comunidade espiritual, a um ele denomina de o grupo dos fortes e o outro dos fracos, e se dirigindo ao grupo dos fortes ele se inclui e enfatiza a responsabilidade desse grupo, considerado forte, "em dá frutos", que é suportar as debilidades dos fracos.

O grupo dos fracos eram provavelmente pessoas que vivenciavam dúvidas e temores, de uma consciência mal formada, mas tambem, seu cuidado compassivo estendeu-se a quase todas as áreas de problemas que poderiam ser encontradas em nossa comunidade evangélica hoje.

A assistência às pessoas não é apresentada na Bíblia como uma opção, mas como uma exigência para todo crente. Para alguns o aconselhamento pode parecer uma perda de tempo,para outros é questão de chamada vocacional, todavia a assistêcia, se constitui em uma parte importante do ministério, necessária e biblicamente estabelecida. Portanto a asistência as pessoas, é nada mais , nada menos que, o exercício do amor ao próximo. É como árvore plantada junto a corrente de ágas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha e tudo quanto ele faz será bem sucedido. Sl 1.3

Lamentavelmente, em pleno limiar do arrebatamento da igreja do Senhor, ainda podemos ouvir alguns ministros dizer que não tem chamada ou vocação, para o aconselhamento. Acredito que os tais não tenham mesmo é chamada ministerial, visto que o aconselhamento não se limita apenas aos ministros mas a todos que compõe o corpo de Cristo.

Tudo isto deve ter lugar dentro dos limites de um grupo de crentes, sob orientação de seus líderes, desenvolvendo os dons e habilidades necessárias para edificação da igreja. “Portanto cada um de nós agrade ao seu próximo, visando o que é bom para edificação”.(Rm.15.2).
"Não seja uma Árvore sem Frutos"


Pr. Arnaldo de Oliveira